12/05/2012
Tanto tempo que me desoriento
Hoje é dia 05 de agosto de 2013...
Este escrito estava na minha gaveta de rascunho!... Desde maio de 2012... tem mais de ano! O sentimento de perda permanece!...
Estou limpando gavetas e a garganta... e lavando a alma!... e reaprendendo a blogar no googleblogspot!.
Alguém tem que recomeçar a publicar neste blog da GFG, que mais parece desativado!
O mesmo há que acontecer com a minha colagem de retalhos... Vou alinhavar mais este texto, se ainda não estiver por lá...
Pra todos os meus queridos meus abreijos...
Tanto tempo que me desoriento
Tanto se passou, desde dois anos... Tempo marcado... Tempo contado...
Ontem (que hoje já e' Trasantontem) estive a pensar nos dois anos,
últimos anos, tempo marcante,
tempo de estar por perto,
de reestabelecer um rumo de novos encontros da gente distante...
Depois a roda da vida girou numa direção sem retorno...
fuso horário nem teve seu lugar nesta roda viva...
onde há vinda e há partida enquanto rola a vida...
e a roda, no entanto e portanto, não para...
"O tempo passa", disse um narrador do jogo nos idos tempos de uma copa sueca...
"O tempo não para", disse aquele menino do rio...
O tempo se esvai, escorrido entre os dedos qual areia seca apanhada na praia,
devolvida em seguida qual numa ampulheta formada em concha na palma da mão...
Sua vinda e sua partida foram um ontem distante...
Ja e' antevéspera do primeiro dia das mães sem ela que foi eixo monumental,
meridiano, coordenada, meu ponto cardeal,
sem a companheira de quarto, que foi me ver lá no sul,
sem a mais bem vinda pessoa que veio do meu sudeste,
sem a bússola sempre pronta a apontar para quem precisasse o seu norte,
sem ocidente que me oriente neste centro-oeste...
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